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O grande sanfoneiro de acordes desconcertantes, compositor de recursos deliciosos e cantor de voz brasileiríssima Dominguinhos (José Domingos de Moraes), sua obra está na boca do povo; especialmente agora, em momento de festejos juninos, quando sua musicalidade própria volta a imperar nos arraias ou nos salões.
Boa parte de sua obra – construída em quase meio século de parcerias com gente como Gilberto Gil, Anastácia, Fausto Nilo, Nando Cordel, Clodô e tantos outros – é reunida agora em antologia pela gravadora Universal, num álbum duplo valoroso e oportuno. No primeiro disco, intitulado “Todos cantam Dominguinhos”, suas canções são brilhantemente defendidas por admiradores como Gil, Gal Costa, Zé Ramalho, Nana Caymmi, Emílio Santiago, Ângela Maria, Elba Ramalho e outras feras; no disco 2, “Dominguinhos canta e toca”, é a própria sanfona do mestre quem dá o tom, em hits de sua longa carreira como “lamento sertanejo”, “Chega morena”, “Sete meninas” (com o auxílio luxuoso do Quinteto Violado), “Xote da gameleira”, “Forró do sertão” e muito mais.
Com seleção de repertório e texto sob a batuta do craque Rodrigo Faour e projeto conceituado por Alice Soares, “Dominguinhos é de todos” chega para animar a festança de seus admiradores e dos curtidores dos arrasta-pés de meio de ano, desse gênio da canção nordestina e brasileira.

Nascimento: 12 de fevereiro de 1941, Garanhuns
Falecimento: 23 de julho de 2013

 

Fonte: Revista Musica Brasileira / Luis Pimentel


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