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No painel do cenógrafo Clécio Regis o Cristo Redentor abraça o Pão de Açúcar e a Fábrica Bangu, o símbolo do progresso do bairro

É hora, é hora, é hora, é hora, é hora! E de quê? De adivinhar quais foram os presentes de aniversário do Rio, que completou 448 aos, escolhidos por moradores da Zona Oeste. Em vez de bolo, eles deram à cidade verdadeiras provas de amor em uma homenagem sugerida pelo EXTRA. E que se estendeu ao bairro onde moram, o lugar em que sempre revelam a idade, com orgulho!

De braços abertos para a Guanabara — e para a região —, o Cristo Redentor abraça a Fábrica Bangu, que está ao lado do Pão de Açúcar na visão do cenógrafo Clécio Regis, que mora lá desde os 11 anos.

— Só saio daqui morto.

O cenógrafo Clécio Regis à frente da pintura de arte que mandou fazer em uma praça do bairro, só para embelezá-la Foto: Fábio Guimarães / Extra (Reprodução)

 

Na torcida pelo bairro e pelo time

Dos 50 anos de vida, Clécio Regis viveu 39 no calor atípico de Bangu. O do bairro, onde encontrou seu oásis, e o da torcida pelo time, pelo qual é fanático. Nordestino, ex-morador do Morro do Juramento, na Zona Norte, ele também refresca as ideias na empresa Clécio Regis Cenografia, seu balneário local.

— No Juramento eu não tinha água encanada. Foi em Bangu que eu tomei o meu primeiro banho de chuveiro. A água era muito forte — lembra ele.

A fachada da casa de Clécio Regis é vermelha e branca em homenagem ao Bangu, o seu time do coração Foto: Fábio Guimarães / Extra (Reprodução)

E foi mergulhando de cabeça no ateliê de artes, aberto em 1990, que fez a escultura em bronze de Roberto Marinho (instalada na portaria 3 do Projac) e os cenários da minissérie “Hoje é Dia de Maria”, entre outros trabalhos. Entre eles, o troféu Melhores do Ano, entregue no “Domingão do Faustão” e a escultura de Thomas Donohoe.

— Foi o escocês Thomas Donohoe que trouxe para cá a primeira bola. O futebol surgiu no bairro — defende Clécio Regis.

A coleção de ingressos dos jogos do Bangu de Clécio Regis Foto: Fábio Guimarães / Extra (Reprodução)

Fonte: extra.globo.com (Bruno Cunha)

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