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Tem dias que a barraca do Carlinhos fica tão lotada que é preciso distribuir senha e pedir que o cliente espere cerca de 40 minutos. Se a família é grande, pede logo uma dezena, todo mundo quer. “Minha menina nasceu comendo o pão de queijo recheado, né, filha? Como é o nome do tio?”, pergunta a mamãe. “Tio Carlinhos”, responde prontamente a criança.

 

Antônio Carlos Vieira da Costa é famoso na área, está há 18 anos em Bangu. Ele mesmo prepara as provisões para o pão de queijo recheado. A lista de sabores é extensa: são 17 opções, e a mais pedida é a de frango com catupiry. Entre as pastas, a de cebola era uma das preferidas da galera de Ipanema, no início dos anos 80. “A gente estava no Posto 9. Artistas, gente famosa frequentava nosso quiosque”.

A expressão “a gente” serve para incluir nas lembranças seu então sócio, Evandro, idealizador do negócio. Mineiro, ele usou a receita da mãe, tradicional, para começar o empreendimento. Tudo corria bem, mas uma doença grave atrapalhou os planos. “Evandro morreu dois anos depois. Eu não tinha como seguir sozinho”. O jeito foi voltar para a rua.

Hoje, aos 56 anos, nosso vendedor é ágil: pães no forno, fora, abertos, recheados, fumegantes, na mão do cliente. Enquanto isso, um “boa noite” aqui, outro ali: “O bom de trabalhar na rua é que a gente aprende muito”

Imagens: Gastronomia de Rua (Reprodução)

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Fonte: Gastronomia de Rua

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